Quarto da Agnes

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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Dom Out 26, 2014 12:38 am

- É verdade.- ele coçou a cabeça de uma forma meio brusca, acabando por bater as unhas no elástico do óculos de proteção e fazendo com que este escorregasse por seus cabelos e caísse sobre seu rosto, batendo na ponte de seu nariz.
Ele fez uma careta, murmurando um "ai" baixinho, antes de voltar o óculos para o lugar e sentir Agnes cutucar seu corpo por baixo da camisa de banda.

- Ué, claro, eu malho. Mentira. Só corro uns trezentos quilômetros por hora pra manter a forma.- ele deu de ombros como se aquilo fosse uma coisa bem simples. E era... pra ele.- Ainda bem, porque sou péssimo atuando. Já tentou atuar alguma vez? É chato.

________________________________________________________________

- Com certeza não.- ela cruzou os braços.- Pietro é egoísta e auto-suficiente. Ele nunca levada nada muito a sério. Não entendo ainda porquê se arriscou tanto por aquela garota.

Ela bufou baixo, apertando os ombros sutilmente.

- Você consegue confundir a cabeça de qualquer um...

Wanda divisou Tsuki olhando-o por cima do ombro.

- Hm... por que não senta num lugar mais... confortável?




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Seg Out 27, 2014 1:15 pm

+Agnes, ao vê-lo ter problemas com seus óculos, empurrou-o com suavidade para a cama e só então retirou o acessório dele, dando um beijo na ponte de seu nariz, onde havia machucado. Seus lábios eram quentes, mas o toque deles não foi desconfortável desta vez.+
-Tome cuidado com isso ai...
+Rolou o corpo para que pudesse deitar sobre ele, e então ficou mexendo as pernas acima de si, uma depois da outra.+
-Mas usando essa lógica você já deveria ter sumido de tanto peso que perdeu, não é?
+Piscou, mordendo o lábio inferior.+
-Bem, não... eu acho que depende muito de que peça você vai fazer... ou personagem.

________________________________________________________________

-Ele não parece tão ruim assim, a primeira vista.
+Tsuki coçou a cabeça por alguns segundos, antes de observá-la novamente.+
-Você não estaria com ciumes dela, estaria?
+Se encolheu um pouco, imaginando que ela ia estourar a cabeça dele por causa daquele comentário. O outro que ela fez, contudo, abriu um sorriso entre seus lábios.+
-É um dom que eu tenho... haha!
+Ele voltou a fitar o próprio corpo, e deu de ombros.+
-Acho que você não aprecia tanto assim a minha companhia.


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Seg Out 27, 2014 5:37 pm

Deitou-se na cama graças ao impulso dela, acomodando a nuca no travesseiro e encostando a cabeça no encosto da cama afim de mantê-la erguida. Sentiu o beijo dela sobre seu nariz, sorrindo com aquilo antes de rapidamente envolvê-la com os braços quando esta se deitou sobre ele.
Ela era tão pequena e tão leve que se colocassem uma almofada no lugar dela ele só iria notar que o era pela falta de calor.

- É claro que não, eu como pra caramba. Mas você tem razão, não é porque eu corro, é porque o metabolismo inteiro é acelerado também. Uma vez me disseram que eu nasci com cabelos dessa cor porque eu estava envelhecendo antes mesmo de sair do útero. Pode imaginar? Quão doentio é isso?- ele fez uma careta.- Mas minha mãe disse que tive cabelos castanhos por um curto espaço de tempo, como os da Wanda. Sei lá. Tanto faz.

Viu ela morder o lábio enquanto falava, aproveitando aquilo para beijá-la de repente e com força. Não respondeu, contudo, o comentário dela. Apenas mordeu a ponta de sua língua dentro de sua boca, sorrindo com aquilo, deixando o beijo se proliferar livremente...

________________________________________________________________

- É porque você não o conhece. - ela respondeu, rápida e direta.

E ouviu o comentário dele... e ela teve que fechar os olhos e soltar um suspiro que mais pareceu um bufo para se controlar.

- Eu não tenho ciúmes de ninguém.- ela praticamente cuspiu aquelas palavras no ar e apertou os próprios braços. Aliviou o aperto, contudo, quando o ouviu falar novamente e pôs uma mecha do cabelo castanho para trás da orelha.- Se eu fosse você não ficaria tão feliz com esse dom.

Wanda voltou a olhar para ele. De canto, mais uma vez. E por um momento sua expressão raiventa se aliviou. Percebera, contudo, que estava exagerando no mal-humor. Embora aquilo fosse praticamente incontrolável, ela não queria que ele se sentisse daquela forma, por algum motivo que ainda não sabia explicar. Sentia raiva do jaleco dele, mas não de sua pessoa.

- Acho que passo essa impressão a todos... mas eu não vou explodir você se sentar numa cadeira...




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Seg Out 27, 2014 6:54 pm

+De fato ela não fazia peso algum, mesmo mexendo as pernas daquele jeito. E isso era bom, porque de outra forma poderia sufocá-lo, pela posição em que estava.+
-Isso seria terrivel, com que aparência ia estar agora se fosse verdade? Você pareceria um velhinho. Mas eu gosto... desses seus cabelos brancos.
+Sorriu, ela realmente gostava. Eram diferentes, e Agnes gostava de brincar com eles... mas seus pensamentos e qualquer outra coisa que pudesse dizer foram parados por um beijo forte, que quase a fez ficar sem ar. Não que esta se incomodasse. Correspondeu ao beijo, sem se incomodar de ter, de repente, sua lingua capturada pelos dentes dele. Apenas deixou escapar um grunhido baixo de satisfação, enquanto conseguia se soltar e então mordia o lábio inferior dele.+

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

-Bem, se você afirma com tanta certeza, quem sou eu pra discutir sobre isso.
+Voltou sua atenção para ela, tocando uma mecha do próprio cabelo, como se quisesse enrolá-la, mas por ele ser espigado e curto isso era impossível.+
-Bom, o pior que pode acontecer é alguém se encher e vier até mim tirar satisfação.
+Jogou o corpo para trás por alguns segundos. Estaria aquecendo aquele coraçãozinho duro feito pedra, ou apenas tentando se matar?+
-Bom... a sua porta é bastante confortável, sabia. Mas uma cadeira cairia bem.


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Ter Out 28, 2014 1:52 am

- Estaria correndo rápido numa cadeira de rodas... não, pera.- ele fez outra careta, mas logo voltou a sorrir.- Eu também gosto dos seus. Bicolores. Parece até uma punk. Punks são legais. Mas você não seria uma sendo tão fofa assim... prefiro desse jeito.- ele alargou o sorriso.
Enquanto a beijava, suas mãos escorregavam pelo corpo dela, sentindo suas costas por debaixo da blusa que ela usava enquanto seu próprio lábio era puxado pelos dentes dela, mas sequer aquilo chegava a doer. Parecia que Agnes, em momentos, era toda feita de algodão doce ou algo tão macio quanto. E ele gostava disso.
Tirou uma das mãos de dentro da blusa dela para segurar sua nuca, parando o beijo num momento de leve dor em seu pulmão. Deu-a um beijinho na bochecha. E logo depois outro no queixo. E mais rapidamente ainda um no pescoço, e então mordeu ali também.

________________________________________________________________

- De fato...

Ela o ouviu. E rangeu os dentes.

- Então sente-se numa!- ela disse um pouco mais fortemente, e uma das cadeiras voou no ar e iria parar perfeitamente em pé ao centro do quarto se não fosse pelo fato que bateu com força demais no chão... quebrou as duas pernas de trás, fazendo-a um móvel inútil.
Wanda se levantou da cama, olhando meio assustada para a cadeira no chão, e então para Tsuki, e vice-versa.
Ela tocou a própria cabeça e sua expressão pareceu... preocupada? De fato, preocupada.
Ela não sabia sequer exatamente o que dizer. Tinha feito estragos bem maiores que aquele, claro, muito maiores. Mas, fosse porque estavam a sós ou qualquer outro motivo, ela se sentiu mal por aquilo.

- Desculpe por isso...




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Ter Out 28, 2014 2:10 pm

-Dirigindo rápido uma cadeira de rodas talvez? Você iria acabar infringindo muitas leis de trânsito. -ela piscou, aconchegando-se, e ogo sua expressão mudou para duvida. -Punks...? O que são punks?
+Pelo tempo que passara isolada da sociedade, algumas coisas ou termos eram estranhos para ela. Afinal, não haviam punks na Sibéria... não havia praticamente nada lá, de qualquer forma.+
+Agnes não parecia incomodada com os toques dele em seu corpo, que chegava a uma temperatura moderável agora. Ele era carinhoso, e ela aproveitava-se inocentemente disso, em todos os quesitos. Gostava de explorar, e de se sentir confortável, e Pietro com toda a certeza lhe proporcionava isso, mesmo que tivesse segundas intensões. Mas ela não se preocupava. Os breves beijos fizeram um estremecimento percorrer seu corpo, ela se sentia meio alta quando ele fazia aquilo. E a ultima mordida no pescoço claramente ia deixar uma marca. A jovem percorreu o rosto dele com os lábios, apenas roçando-os, de baixo para cima, e parando em alguns pontos para pressioná-los. Era mais um carinho do que um beijo, para se falar a verdade.+

------------------------------------------------------------------------------------------------

+Tsuki obviamente foi pego desprevenido, quando uma cadeira se partiu em meio ao local.Como no momento ele estava olhando para o outro lado, só ouviu o barulho, e a mobília despedaçada, faltando algumas pernas, em meio ao seu campo de visão. Estremeceu involuntariamente, mas logo conseguiu controlar-se, e ergueu os olhos para Wanda. Abriu um sorriso de canto.+
-Ahn, se você quisesse algo como uma redecoração era só pedir. Acho melhor mandar coisas mais punks para cá, não?
+Ele pensou em respondê-la normalmente, mas se o fizesse só a faria se sentir mal, e a garota de mal-humor não precisaria nem estalar os dedos para fazê-lo virar poeira. Não era completamente um receio consigo mesmo, era mais para poupá-la de certas coisas. De maneira que mais levou a situação na brincadeira, o que provavelmente iria atiçar mais uma resposta ácida da mesma.+


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Ter Out 28, 2014 9:06 pm

- Bem, acho que já infrinjo leis demais. Não faria tanta diferença.- ele tocou o rosto dela, sorrindo de canto.- Você viu minha irmã? Viu as roupas dela? Então, são aquilo, e, er... é. Não tem como explicar exatamente. Deixa pra lá.

Ele inclinava cada vez mais o pescoço à frente para beijá-la, com mais força, mais apego, entrelinhando os cabelos dela com seus dedos enquanto os outros passeavam por suas costas, alternando entre respeitar o tecido da blusa e as vezes não, passando a sentir a pele dela diretamente. Ele pensava onde aquilo poderia acabar, as segundas intensões não poderiam passar despercebidas. Mas ele não tinha aquilo como um objetivo. Mas não iria fazer nada que Agnes não quisesse.
Algumas vezes onde a vontade do momento se atiçava, acabava por roçar os dedos no colchete e nas alças do sutiã dela por debaixo da blusa, mas nada que passasse realmente disso.

________________________________________________________________

Ela o ouviu. E deu um passo em direção a ele, depois outro, a bota pesando contra a madeira do chão. E quando se viu estava perto o suficiente dele. Então sentou-se, dobrando os joelhos, sobre as pernas. Ao lado dele, no chão. Se ele não ia mesmo se sentar em um lugar melhor, então ela iria ficar à altura dele.

- Está me chamando de punk?




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qua Out 29, 2014 1:07 am

-Isso é apenas o sue normal... ahn, sua irmã? Meio gótica, é isso que define um punk?
+Ela continuava com aquelas perguntas inocentes, mas logo calou-se. Pietro continuava a descrever voltas em seu corpo, usando os dedos, e ela precisou controlar-se para não esquentar demais. Não se lembrava que ambos quase tinham atravessado o sinal vermelho. Talvez algo havia ficado gravado em sua memória corporal, pois ela podia sentir a necessidade pulsante, que percorria cada célula de seu corpo. E estava quente... desesperadamente quente, de forma que, quando ele começou a roçar os dedos no sutiã abaixo, ela puxou a própria camisa pelo pescoço, parando momentaneamente os toques. Respirou profundamente. O calor apenas estagnara, mas ela não se sentia mais fresca.+
-Você se incomoda?
+Outra pergunta inocente... provavelmente ele só não se importava de vê-la semi-nua, como deveria estar ansioso com isso.+

________________________________________________________________

+Tsuki franziu o cenho, a aproximação de Wanda fez com que mãos gélidas dedilhassem em suas costas. Mas ela não parecia disposta a matá-lo, o que fez com que deixasse escapar um suspiro de alívio.+
-Sim... não... quero dizer, você se parece bastante com uma, mas isso não é um xingamento nem nada do tipo.


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Qua Out 29, 2014 2:00 am

A verdade foi que ele não teve fôlego para responder à primeira pergunta dela. Pietro estava ocupado demais deixando o pescoço dela umedecido. Tanto que surpreendeu-se ao ver Agnes movimentar os braços daquela maneira, passando a observá-la e logo viu a camisa dela deixar seu corpo... e a visão que ele teve a seguir o fez suspirar de um jeito tão agradável quanto o dilatar que ele sentiu na região onde Agnes mais fazia peso de seu miúdo corpo.

- Não.- ele respondeu, com um sorriso que não tinha exatamente uma classificação talvez para maiores de dezoito anos.- Na verdade, eu quero. Se você quiser.

Ele ergueu as costas rapidamente, sentando-se no colchão e sentindo de maneira mais concentrada o peso dela, especificadamente onde esta estava sentada, e ele não exitou em beijar Agnes, fazendo as alças do sutiã dela escorregarem, mas não se livrando dele.


________________________________________________________________

- Talvez eu goste do estilo.- ela contrariou os pensamentos dele sobre ela não gostar de ser chamada de punk, claramente.- Eles só são revoltados e odeiam tudo e todos.




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qua Out 29, 2014 2:12 am

+Seu pescoço estava úmido, talvez ela toda estivesse, por causa do calor excessivo, que a fazia suar. Mas se livrar de todas as suas peças de roupa não era uma opção. Ainda.+
-Eu quero você...
+Respondeu, com a simplicidade que lhe era característica. E como sempre, achara aquela resposta mais do que suficiente. Ajeitou-se para que ficasse sentada no colo dele, passando suas pernas finas e quase entrelaçando-as nas suas costas. O sutiã que usava apenas estava preso pelo seu próprio volume de busto, afinal as alças já haviam escorregado por seus ombros. Agnes voltou a beijá-lo, enquanto seus dedos iam percorrendo as costas de Pietro, sem malícia alguma, mas da mesma forma com curiosidade. A camisa do Pink-Floyd foi trazida um pouco mais para cima.+

________________________________________________________________

-Combina com você, de toda forma... ninguém imaginaria que uma pessoa como a senhorita seja fã do estilo My-Little-Poney. E possívelmente, se fosse assim, eu não estaria aqui batendo esse papo camarada.
+Ele tocou brevemente a testa com o dedo indicador, baixando a voz como quem conta um segredo.+
-Elas são meio tapadas, sabe?


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Qua Out 29, 2014 2:35 am

De fato, aquela resposta fora suficiente. Mais do que qualquer outra que ela pudesse dar. Ele sorriu. De novo, em resposta. E sentiu seus dedos deslizarem com mais facilidade pela pele dela graças ao suor. O gosto salgado e quente da pele de Agnes ainda estava em sua boca, mesmo enquanto a beijava, um beijo que foi interrompido por mais um suspiro dele que escapou quando ela se ajeitou sobre seu corpo. O fato de ela estar apenas de saia e a peça de roupa mais íntima estar em contato direto com seu jeans preto o moveu de uma forma que ela realmente pode sentir que não era só o corpo dela que pulsava ou esquentava.
Ele não tinha medo da pele dela. Nenhum. Os beijos que ele agora distribuía pelos ombros livres dela eram prova disso. E ele não parecia cansar de provar isso a ela, quase como se quisesse mostrar que estava tudo bem; tanto que escorregou suas mãos da cintura de Agnes, passando por seus braços delicados  e induzindo-a num gesto que fez a camisa de banda de rock subir ainda mais. O suficiente para que ele a tirasse sozinho, sem se preocupar com os óculos de proteção, que há muito já tinham sido retirados, como se uma ajudinha do destino. Os cabelos dele assanharam um pouco, mas ele não ligou. Estava mais atento em juntar o corpo com o dela, sentindo-se suar agora também.  

- Também quero você. De todas as formas possíveis.


________________________________________________________________

Ela fez uma careta de desagrado.

- Oh, não fale disso. São sim, tapadas. Muito. Esse tipo de gente prefiro ficar longe. Talvez minhas roupas possam espantá-las também.

Ela fitou Tsuki com uma sobrancelha que exigia interrogação.

- Você não gosta disso, gosta?




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qua Out 29, 2014 2:14 pm

+Ela abriu um sorriso tímido, confiante, voltando a entreter-se com os beijos distribuídos por Pietro. Seu corpo respondia rapidamente aos estímulos dele. Ela podia sentir a pressão vinda do local abaixo de onde estava sentada, mas isso não a fez se sentir acanhada ou com medo. Agnes confiava mais no namorado do que em qualquer pessoa no mundo. Sua tendência era mais ter medo por ele do que dele. As palavras dele ecoaram em seus ouvidos, parecendo distantes em relação a todo o processo que acontecia em seu frágil corpo.+
-Eu sou completamente sua.
+Foi a resposta dada por ela, quando a camisa dele foi ao chão. Ela voltou a abraçá-lo, a pele quente encostando completamente na dele, mas de maneira alguma desconfortável. Talvez ela tivesse mais controle sobre si mesma do que julgava, ou isso se devia apenas ao seu amor por ele. Sua boca foi ao ombro dele, e dali foi subindo em pequenos beijos e mordidas, até que seus lábios se encontrassem uma vez mais e ela capturasse a língua dele entre seus dentes, mas sem machucá-lo+

________________________________________________________________

-Eu posso reparar. Eu acho que elas são muito fáceis de assustar, em geral.
+Ele riu, abrindo as mãos como quem diz "nada a se fazer", antes de continuar, respondendo a pergunta dela com outra.+
-Disso o que, das Garotas-My-Little-Poney?


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Qua Out 29, 2014 9:56 pm

Mantinha ele as mãos na cintura dela, segurando suas curvas de violão bem definidas no corpo tão delicado. Era quente, mas não como já o sentira antes, fruto de marcas ardentes em seu corpo ou algo do tipo; era confortável. Sentia-se como se estivesse tomando um banho quente e não ia além disso, embora as gotas de água ali fossem o suor de ambos. Quando ela distribuiu beijos quentes - literalmente, também - por seu corpo, ele estremeceu, deixando a cabeça pender um pouco para o lado, dando mais liberdade a ela para explorar a região em seu pescoço. Aquilo só o atiçou mais, o que ela já poderia perceber o quanto ele estava por causa do volume entre eles, e Pietro procurou os colchetes do sutiã dela de uma maneira quase desesperada; sedenta, por de fato ser, e os abriu, puxando-o para baixo, o que fez a peça abandonar o corpo de Agnes.
À aquela altura, ele sequer conseguia falar alguma coisa. Achava que as palavras podiam ser dispensadas quando sentir a mensagem era mais importante. E aquele era o momento. Momento que ele, de fato, não sentia medo algum dela, e as palavras alertas de uma tal de doutora Belladonna estavam longe da cabeça dele. Ele confiava em Agnes e em seu controle; e ele não ia desistir de tentar por ela.
A seguir, ele foi pego por um beijo molhado e intenso dela. Sentiu sua língua ser presa e sorriu com aquilo. Movimentou-a quando Agnes afrouxou o gesto, e mordeu o lábio inferior dela, puxando-o levemente; indolor, contudo. Enquanto o beijo recomeçava e ela o abraçava, ambas as mãos de Pietro fizeram desenhos indefinidos nas costas de Agnes e tocaram a barriga dela, para logo depois subirem por seu corpo, tomando seu busto com suavidade.

________________________________________________________________

- É, aquelas... bem, esqueça.- ela cruzou os braços.- Já respondeu minha pergunta, posso perceber que não é. Ou eu iria cogitar mesmo te atirar pela janela... e olha que ela não é tão grande para que você possa passar...

Ela estreitou o olhar.

- Inteiro. - concluiu. Suspirou a seguir, passando uma das mãos pelo rosto... e de repente ela riu. Baixo e unicamente, mas um riso.- Por que diabos um cientista e uma coppelion estão conversando sobre garotas-my-little-poney?




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qui Out 30, 2014 1:43 am

+Tão quente como o sol, mas tendo que se conformar com um calor morno. Era nesse estado que Agnes, capaz até mesmo de criar uma explosão, se sentia. Não queria ferir Pietro, mas por enquanto, suas chamas estavam sobre controle, o que não acontecia com seu corpo, instigado pelas mãos dele. Tudo para ela parecia novo, interessante, audacioso. Ela sentia o desejo arder em seu coração, queria experimentar, queria ver. +
+Estava apaixonada, tanto que não se incomodou em ter parte do corpo completamente nua a frente dele. O sutiã caiu, e ela puxou-o com os dedos para que não atrapalhasse, e atirou-o ao lado da cama. E agora estava, respirando entrecortadamente, os olhos semi-cerrados, os seios a mostra. Nunca imaginou que algo assim iria acontecer com uma pessoa como ela, mas ali estava.+
+Também era incapaz de falar. Ajeitou-se apenas do jeito que pode, pressionando com cuidado sua peça intima contra o volume dele, e mesmo assim, de alguma forma, parecendo aquela garota fofa de sempre. Suas bochechas estavam coradas, como se ela tivesse certo receio de que ele não gostasse do que estava vendo. O beijo recomeçou, e as mãos dele percorrendo suas costas lhe causaram calafrios de prazer. Quando elas pararam sobre seus seios, ela sentiu o arrepio se intensificar por um segundo, e então colocou suas próprias mãos por cima das dele, como quem diz para deixá-las ali.+


________________________________________________________________

+Tsuki olhou pela janela que Wanda mencionara, e botou a lingua pra fora por alguns instantes, antes de responder.+
-Poxa vida, mas você iria mesmo me atirar pela janela? Faria muito estrago...
+Viu a risada dela, e um timido sorriso passou pelo seu rosto, mas apenas isso. Não queria que ela tirasse conclusões precipitadas.+
-Talvez eles tenham botado algo no ar que está mexendo com a nossa mente...


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Qui Out 30, 2014 3:21 am

Entre um suspiro e outro, Pietro teve a respiração completamente cortada quando sentiu Agnes se ajeitar, pressionando-se contra ele. Sentiu a si mesmo latejar como se fosse atiçado a cada vez que a sentia tão próxima e intensa daquele jeito, e sentia-se arder em uma quentura pulsante com a provocação que ela, mesmo sem realmente notar, fazia. Era incrível que mesmo ela estando seminua, naquela posição, naquele encaixamento, o rubor de seu rosto conseguisse tirar qualquer ar que ela poderia ter de perversão. Como se Agnes tivesse apenas vontade, sem querer se aproveitar; tivesse apenas curiosidade, sem pensar em se viciar. Mas, quanto a ele, talvez fosse tarde demais para pensar naquilo, pois descobrira que estava no meio de uma abstinência de um corpo que ele só vira daquela forma uma vez, mas que já fora de fato suficiente para marcá-lo e, quanto mais o tempo passava, ele queria mais e não poderia controlar isso. Dizem que a paixão é ardente; ele já tinha ardido tantas vezes com ela ou por ela, que agora, naquele momento único, queria realmente pegar fogo. Ele confiava nela o suficiente para que soubesse que esse fogo não seria literal. Pietro sabia que ela estava se controlando, que poderia estar sendo difícil, mas que ela não parecia querer parar. Então ele faria, de acordo com o que ela quisesse, com o que ela procurasse, a maneira de fazê-la se sentir cada vez mais confortável. Mostraria a ela o que podia fazer, e que não precisava se preocupar com mais nada do resto do mundo...
Quando estancou o beijo, viu o rubor nas bochechas dela. Viu seu corpo. Todo à mostra da cintura para cima. Sentia os seios dela debaixo de suas mãos, e as mãos dela acima das suas. Agnes conseguia ser tão forte, determinada, e... pura, ao mesmo tempo.

- Você é tão linda...- a voz saiu num sussurro, mas ela poderia entender bem, e poderia ver o sorriso doce no rosto dele. Ele intensificou um aperto no busto dela, um aperto suave, sedento. Beijou o pescoço dela, mordeu, sugou, ao mesmo tempo que mantinha suas mãos ali, logo abaixo, em movimentos circulares e lentos. Poderia ser até estranho vindo dele...
Mas ele podia correr por quilômetros em seu máximo de velocidade... e nada chegaria perto de ser tão intenso quanto aquilo...
Ele desceu os beijos, e da mão ele trocou pela boca, num dos seios dela. E baixou os dedos que estavam livres, dando um aperto na mão dela, antes de escorregar por suas coxas debaixo da saia. Ele movimentou a região do baixo ventre de modo que as pernas de Agnes ficassem mais livres, embora ao mesmo tempo ela pudesse sentir bem e quem sabe definir a forma que estava abaixo de si. Daquele modo, sem se interromper na luxúria que acontecia por fora de panos, Pietro apenas segurou a barra da saia dela, e puxou-a de forma lenta...

________________________________________________________________

- Você fala de estrago em você ou... outro tipo de estrago?- ela pôs as mãos em cima de suas coxas, desviando o olhar do dele para franzir o cenho em seguida. Ela parecia realmente cogitar levar aquilo a sério...- Não me surpreenderia, vindo desse lugar. Não confio em nada aqui. É tão fechado e... quente. Igual ao outro.





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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qui Out 30, 2014 3:57 am

+Agnes já havia passado do limite de parar a muito tempo. Ela simplesmente não conseguiria interromper aquilo, seja lá o que fosse. Dessa vez, chegaria até o final. Mas não havia qualquer traço de malicia em seu coração. Talvez seu cérebro não registra-se isso muito bem. Ela já ouvira da mãe, mesmo naquele dia que conhecera Pietro, o que homens e mulheres faziam quando estavam sozinhos. Ouvir é diferente de presenciar. Ela já não conseguia definir se era certo ou errado. Queria que fosse certo, então seria. Ag era prática. ela era acima de tudo, humana, mas uma humana diferente. Com as curvas de uma adolescente, as quais Pietro agora explorava, e com o coração de uma criança. +
+Ela apenas sabia que o queria, cada vez mais completamente. E quando ouviu seu elogio, ficou ainda mais rubra que antes, e seu rosto pareceu queimar, mas foi apenas internamente. Ela guardou sua parte incandescente em algum lugar do cérebro. Para que pudesse se entregar sem medo ou receio àquele garoto que agora era tão parte dela como qualquer membro do seu corpo. E sorriu. Um sorriso tão doce, tão inocente, que por um pequeno espaço de tempo Pietro poderia até se sentir culpado por estar fazendo tal coisa com ela. Mas como ele já havia reparado, Agnes também estava embevecida por aquelas sensações, que percorriam-na dos pés a cabeça, deixando-a sensível. O sorriso se transformou em algo que beirava o prazer quando ele pos-se a massagear seu busto. Entreabriu os lábios, sentindo que a respiração começava a lhe faltar.+
+Ela precisava reaprender a respirar, mas nada disso importava. Puxou o ar para os pulmões de modo lento e ritmado, e depois soltou, e ainda assim podia sentir todo o seu ser respondendo aos toques dele, chamando por mais, e mais, e mais. Quando a boca dele desceu para beijar seus seios, deixou escapar um breve gemido, e então ela passou os braços delicadamente pela sua cabeça, mantendo-o ali. +
+Aquele simples movimento dele fez com que um estremecimento mais forte percorresse-a, e ela mordeu o lábio inferior, para engolir um segundo gemido. Conseguia sentir a mão dele sobre sua coxa, erguendo a barra da saia. Ela poderia parar ali. Não o fez, no entanto. Um pouco mais vermelha do que antes, e sentindo-se ficar realmente úmida intimamente, deixou que Pietro explorasse ainda mais...


________________________________________________________________

-Em mim... e nas janelas... você quer mesmo sujar suas janelas de sangue? -ele inclinou a cabeça, fitando-a, e voltou a rir. -Estou apenas brincando Wanda... não leve a sério. Apenas relaxe, não vou deixar que façam nada desse tipo com você.


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Qui Out 30, 2014 6:18 am

Ele não achava errado, nem nunca achara. Sua mãe nunca chegou a conversar com ele sobre isso ou sequer teve nenhuma orientação, ele apenas foi se descobrindo nos frutos da adolescência como qualquer garoto normal que tem contatos e acesso à internet. E, com tudo o que sabia sobre aquilo, chamava simplesmente de natural. Algo que não deveria ser tratado como tabu nem de longe. E ele queria passar aquela tranquilidade para Agnes. O fato de aquilo não ser errado, e ele também achava que ela pensava isso, embora às vezes ele se sentisse o erro...
Foi o que aconteceu quando ele viu o sorriso dela.
Tão doce, tão inocente, que por um segundo Pietro pensou que ela achava que aquilo não passava de uma brincadeira, e que o final seria bem diferente. Sentiu-se culpado por a estar levando a algo que talvez a machucasse, em prol de ser a primeira vez dela. Que talvez doesse, que talvez a surpreendesse de maneira ruim.
Mas aí ele sentiu os braços dela formarem um laço envolta de seus cabelos grisalhos, e teve certeza que ela estava de fato gostando, o que só o fez intensificar suas feitas, que agora alternavam de lábios para língua, e dela para uma junção molhada e ressonante, produzindo os únicos barulhos além da respiração deles, e dos gemidos dela que, sinceramente, o fizeram esquecer completamente a sensação anterior. Aquilo era literalmente brincar com seu auto-controle. Mas, mesmo que lutasse um pouquinho para aceitar isso, era o que ambos estavam fazendo: brincando. Como adolescentes conhecendo o corpo um do outro, se provando de prazeres que não conseguiriam sozinhos. Pietro poderia ser o quanto autosuficiente fosse, mas ele já havia mostrado sua dependência de Agne desde a primeira vez que a vira... e, naquele momento, viciado na pele dela, no calor dela, nos gemidos dela, ele quis que ela soubesse o quanto ele a amava e confiava nela. Quis que ela sentisse que ele nunca havia tocado em ninguém daquela forma, nem sentido aquilo tudo. Apenas queria a satisfação de ser o intermediário das melhores sensações que ela poderia experimentar.
Notou a disposição dela mesmo quando ele passou por sua saia. Era apenas isso que ele estava esperando.
Jamais faria nada que ela não quisesse.
A mão dele percorreu suas coxas por debaixo da saia, apertando-as afim de realmente deixar marcas ali. Queria que ela sentisse a intensidade, o toque e o desejo dele cada vez mais aumentando, tanto em seus gestos como em ações mais involuntárias logo abaixo de Agnes.
E ele a tocou. Calmo, esperando que ela se acostumasse com os toques ali. Claro que ele sentiu o tecido de seda embebido, o que o fez sorrir. Ele podia não chegar realmente perto da pureza que Agnes tinha, mas ele jamais iria deixar de preservá-la, de forma alguma. Ele apenas a amava. Mais do que tudo que já amou na vida. E faria qualquer coisa para deixá-la bem. Qualquer coisa para simplesmente vê-la sorrir, fosse com uma palavra, fosse com um toque. E, se as respirações de ambos já formavam sons em conjunto, se ela o abraçava daquela forma e se não o impedia de ir mais a fundo, ele faria.
Sentindo a pele mais sensível dela em seus lábios, foi movimentos circulares que ele iniciou sobre a peça mais íntima dela...

________________________________________________________________

- Bem, eu não demoraria tanto para limpar, demoraria?- ela ironizou. E o fitou a seguir. As palavras dele suavizaram a expressão que ela tinha feito.- Falando assim... quero dizer, você se importa tanto... isso é estranho.

Ela tocou a própria cabeça, como se estivesse confusa.

- Não consigo sentir caos vindo de você. Não como sinto nos outros.




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Qui Out 30, 2014 1:41 pm

+Havia um tempo em que ela pensava que aquilo que estava fazendo nunca iria de fato ocorrer. Pela condição de seu corpo e em várias derivações disso. Ninguém havia se aproximado de forma tão intima dela, ou sequer demonstrado um sinal de entendimento, com exceção do seu "pai"e de Tsuki, e ambos apenas cuidaram dela como uma filha. Agnes nunca soubera o que era o calor humano, o que era se sentir atraída por alguém, disposta até mesmo ah domar seu poder destrutivo em prol dessa pessoa. Aquele garoto era seu primeiro amigo, primeiro namorado, primeiro amante. Por mais que o atraso em seu desenvolvimento cerebral tivesse lhe conferido uma atitude mais infantil que o esperado, ela tinha o instinto primário ainda dentro de si.
+Esse instinto a impulsionava de forma estranha, fazendo o erotismo bater de frente com sua inocência. Podia causar certa confusão em Pietro, mas ela sabia o que queria. Sabia como aquilo acabaria. Mas naquele momento ela simplesmente estava se pondo em segundo plano, seu foco era ele. Nada mais. Estava disposta a ir para qualquer lugar que ele quisesse levá-la, até mesmo ao céu. Agnes confiava completamente nele, inteiramente, cada célula do seu corpo queria compartilhar aquele sentimento. E aquilo não cabia mais em palavras, elas soavam vãs e abstratas. Frágeis, passíveis de erro. Então se envolver naquela situação era a sua declaração final.+
+Agnes, enquanto sentia a boca dele em seu busto, mordiscando e chupando, arrancando-lhe gemidos fracos e baixos de prazer, não era mais aquela garotinha em seu primeiro beijo, assustada no fundo da piscina, temendo que tivesse machucado o garoto que passara a amar. Ela estava sobre controle, pela primeira vez na vida, talvez. E apenas para Pietro. Mais ninguém poderia tocá-la daquela forma, sem ser acossado por uma tempestade ígnea. Mais ninguém já havia tocado. E assim aquelas palavras de antes, quando dizia que era apenas dele, agora mostravam sua fidelidade.+
+Ela sentiu as mãos que apertavam suas coxas, deixando um rastro avermelhado em sua pele excessivamente branca, e deixou escapar um gritinho involuntário, mas qualquer que fosse a ardência que vinha na região foi esquecida quando Pietro a tocou . Seu corpo retesou, e as mãos que antes tocavam os fios prateados por um momento ficaram estáticas. Ela esqueceu uma vez mais de como se fazia para respirar, e então soube que ainda estava viva, mais viva do que nunca. Deixou que sua cabeça encosta-se no ombro dele, e desta vez não conseguiu calar os gemidos, que se alinhavam aos movimentos que ele fazia sobre a seda de sua roupa intima. Agora de fato ela estava esquentando novamente, mas ainda era apenas o suficiente para não queimá-lo. Agnes tinha que manter o controle de suas chamas e ao mesmo tempo tentava se focar naquela sensação deliciosa que Pietro a proporcionava com apenas seu toque, então era natural que uma dessas partes acabasse cedendo. Inconscientemente, suas unhas acabaram cravando nas costas dele...+


________________________________________________________________

-Quem sabe... acho que a senhorita não liga muito para isso, não é.
+As palavras seguintes dela fizeram com que um leve rubor descesse sobre seu rosto, o que o fez virar a cabeça para que ela não visse.+
-Eu prometi que ia cuidar de você...
+Ela falou em caos, e ele, agora com o rosto normalizado, voltou sua atenção para ela, e então coçou a sua bochecha.+
-Er... isso é algo bom, não é?


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Sex Out 31, 2014 12:15 am

Ele deixou que ela deitasse a cabeça em seu ombro, o que não o impediu de continuar a dinâmica que exercia sobre o corpo dela. Na verdade, os gemidos que ela passara a libertar depois que a englobara fizeram ele sentir dilatações tão intensas que sequer a pele dela em seus lábios foram capazes de esconder os próprios sons dele, emitidos baixos e calmos, espaçadamente em meio sua respiração pesada. As unhas dela sobre sua pele desencadearam uma série de arrepios nele, que passaram das costas para os ombros, dos ombros para o tórax e dele para partes mais baixas. Ele com certeza notou o aumento na temperatura dela, o que lhe provocou mais suor, mas ele não levou em consideração se afastar nem um centímetro dela. Por mais que ela nunca tivesse experimentado algo parecido na vida, a prática revelara uma Agnes disposta para Pietro, sem vontade de parar ou evitando aproximação por causa de seus poderes. Tanto quanto ele queria, sentia que ela também. Em todo aquele tempo juntos, nunca estivera tão perto dela realmente, tão perto de seu corpo ou de sua voz, de suas sensações ou de seus instintos.
Pietro podia deixar muito bem de lado todos os alertas que ouvira, até os próprios de Agnes, pois acreditava que a garota estava se descobrindo tanto quanto ele estava a respeito dela também.
O mundo poderia se explodir lá fora. Ele preferia ser consumido apenas pelo fogo de Agnes.
Confiava nela como jamais confiara em ninguém. Absolutamente ninguém ou nada faria Pietro se arriscar tanto daquela forma, embora ele já nem considerasse mais um risco, tão disposto e cheio de vontade que estava. Ele era um covarde, e isso era fato. Já dedurara amiguinhos apenas para se livrar de punições e sempre fugia de situações complicadas com seus vantajosos pés rápidos. Aquela era uma habilidade bem valiosa para ele, afinal. Não era surpresa Wanda ter ficado tão intrigada com os sacrifícios do irmão para livrar Agnes de situações que agora ele agradecia por ela não fazer ideia de que haviam acontecido. Ele se surpreendera consigo mesmo, afinal.
Quem diria que o garoto-rápido estaria brincando com fogo e sem medo algum de se queimar?
Agora, não estava mais intrigado consigo mesmo. Era como se pudesse entender que tudo o que precisava estava entre seus braços, e ele não precisava fugir ou ter medo de seu próprio conforto. Agnes era a única coisa na lentidão que o mundo tinha a oferecer a ele que valia à pena.
Os movimentos que fazia com os dedos - estes, já irrigados do prazer dela - por baixo de sua saia eram lentos e suaves, se intensificando aos poucos, com mais pressão naquela região, tomando um ritmo mais rápido e profundo. A mão dele tomou mais liberdade por lá, os dedos mais experientes continuando os movimentos sobre o clitóris dela, os outros se alongando pela superfície lisa da seda para o meio mais úmido...
Daquela forma, ele se inclinou, de corpo inteiro, deitando-a na cama, ficando por cima dela, entre suas pernas. De nenhuma maneira ele mudou seus gestos, a boca ainda umedecendo os seios dela, tudo lento, sem pressa, embora com vontade, muita vontade. Poderia ser lento, o que ele fazia... mas a adrenalina que experimentava ali, a qual fazia seus suspiros se tornarem melodia e seus gestos cada vez mais intensos, pressionando-se por completo no corpo quente dela; essa adrenalina era muito mais alta do que qualquer corrida que ele poderia fazer...

------------------------------------------------------------------------------------------------

- Por quê?- dessa vez a pergunta dela foi direta, sem rodeios ou tom sentimental.- Você não é meu pai. E você não vai ficar aqui pra sempre. Vou fazer missões chatas, você vai voltar pro laboratório. Ou vai me vigiar? Aliás... o que você vai dizer quando souberem que eu simplesmente entrei aqui depois de tempos sumida?

Ela inclinou a cabeça, pondo uma mecha do cabelo para trás da orelha.

- Talvez... na verdade, é. Você não é uma má pessoa.- ela ergueu o olhar para ele, fitando-o com um brilho estranho nos olhos verdes. Um brilho que não queria admitir o que estava prestes a dizer:- Mas eu sou.




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Sex Out 31, 2014 1:10 am

+Aquele desejo, aquela ânsia, ambos fizeram com que ela mordesse o ombro dele, para evitar que seus gemidos ficassem mais altos. De alguma forma, ela não queria parecer vulgar perante dele. E quando ouvia-se, entoando quase uma melodia, sentia-se estranha, e fora de si. Isso teria se ampliado se ele não deixasse escapar alguns sons do seu lado naquela hora. Todo somado aos arranhões que causava nele, faziam com que o volume em sua calça crescesse, e ela podia senti-lo abaixo de si.+
+Uma curiosidade misturada ao desejo tomaram conta de seu corpo frágil, do qual Pietro abusava,e mesmo assim, mesmo que não soubesse fazer nada daquilo, ela estava correspondendo. Estava gostando. Seu corpo hora ou outra se retesava, quando os movimentos dele ao redor de sua intimidade ficavam mais intensos. Queria passar aquela sensação para ele, que estava adorando aquilo, que estava descobrindo seu corpo, e esse era o mistério mais interessante que já havia sido posto entre seus dedos.+
+A pressão que ele fazia entre suas pernas ia ficando mais forte a cada momento, e o corpo de Ag se retesava nesse compasso, aproveitando cada toque e caricia. Ainda mantinha-se com os dentes gravando seu ombro vez ou outra. Tinha receio de que sua voz o atingisse de maneira errada. +
+Sentiu-se rolar, e logo ele estava por cima dela, com sua boca em um de seus seios e as mãos ainda fazendo massagens em baixo. Os estremecimentos dela ficaram cada vez mais frequentes, assim como contrações por todos os seus membros. Pietro podia notar, pelo toque, que ela estava realmente muito molhada. Aquilo talvez fosse algo estimulante para ele. Até que, sem saber muito bem o que fazer, mas com seu instinto guiando a ponta de seus dedos, ela os escorregou devagar, passando de seu ombro para suas costas, contornando para a frente, parando sobre seu umbigo e descendo, chegando na altura do cinto, e parando ali, roçando aquele lugar por algum tempo. o rosto corado voltou-se para ele e ela murmurou em seu ouvido, controlando-se para não gemer novamente, afinal sua boca não estava mais ocupada com o ombro dele.+

-Eu posso...?
+Sempre tão infantil, e ao mesmo tempo tão cuidadosa... sabia que ele entenderia seu pedido.+

______________________________________________________________________________________________

-Porque você é uma boa garota, lá no fundo, mesmo que não acredite nisso. E porque você não merece que nada ruim te aconteça. É por isso.
+Ele desceu seus olhos para ela, estendendo a mão sobre sua cabeça, com certo receio de tocá-la.+
-Você é uma boa garota, Wanda. Só porque não consegue se controlar as vezes, não quer dizer que seja ruim.
+Desceu ainda mais a mão, e então tocou nos cabelos dela, afagando gentilmente ali. Sabia que possivelmente poderia perder o membro no processo, mas nem por isso afastou-se.+


Última edição por Agnes Firestorm em Sex Out 31, 2014 3:05 am, editado 1 vez(es)


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Sex Out 31, 2014 2:42 am

Aquelas mordidas que pareciam ser envoltas de velcro não provocavam dor em Pietro, embora seu ombro estivesse marcado pelas múltiplas vezes que Agnes o tinha feito para que, ele percebera, pudesse conter sua voz. Ele não conseguiu exatamente definir porquê ela o fazia, mas não desaprovou; as mordidas, os arranhões, os apertos dela, seu rubor e sua voz contida batendo em sua pele eram um charme que, mesmo sem o perceber, só ela o tinha. E, para Pietro, nada poderia ser mais excitante que aquilo.
Ele notou a seda completamente ensopada, o que o fez deixar escapar um arfo forte de sua própria garganta. Repentinamente, o jeans parecia realmente desconfortável, apertado, pequeno demais para um êxtase tão grande. Ele roçou os dedos pelas bordas da peça íntima dela, a umidade tomando seus dedos e ele praticamente nas pontas do auto-controle com aquilo. Uma outra chicotada de ar deixou seus pulmões que já estavam bastante sem ritmo, o que o fez interromper por um momento as mordidas que estava a depositar sobre os seios dela, passando a apertá-los de forma suave, os dedos embaixo dela já quentes pelo prazer que ela exalava. Sentiu-se, em meio a tantas outras coisas intensas, feliz. Feliz por estar proporcionando algo bom à ela, algo que ela demonstrava gostar. Algo novo, que ele não queria de maneira nenhuma que ela tivesse medo ou receio.
Naquele momento, ele sentiu os dedos dela passearam por seu corpo, arrepiando sua nuca por completo. Estremeceu quando chegaram em seu umbigo, já imaginando onde as mãos dela iriam chegar além daquilo e por um segundo ele nunca ansiara tanto por uma coisa além daquela.
Os dedos de Pietro em ambos os registros molhados dela estagnaram num alto delírio involuntário quando ela roçou a região bem moldada no jeans. Seus olhos se fecharam por um breve segundo, enquanto o corpo todo dele reagia ao toque, arrepiando-se enquanto Agnes podia claramente sentir um espontâneo espreguiçar atônito que atravessou o jeans debaixo de seu toque.
Quando tornou a abrir os olhos, ele fitou o rosto rosado dela, doce, que não parecia malicioso de ângulo algum. Sorriu. Uma curvatura de lábios molhados  até demais. Um sorriso terno, simples. Com as mãos como apoio no colchão logo aos lados do rosto de Agnes, ele inclinou o pescoço levemente, apenas para tocar a ponta do nariz no dela. O sorriso se manteve nele... tão sereno quanto simplesmente satisfeito. Os olhos dele esbanjaram a compreensão que ela esperava, e logo ele disse num sussurro:

- Você pode fazer o que quiser... sou seu, lembra?  


----------------------------------------------------

Ela estremeceu quando ele estendeu a mão para tocá-la e, num reflexo, ela moveu a cabeça para o lado.
Acostumada a toques violentos, agulhas e brutamontes prendendo seus braços e pernas à força, por quatro anos num sanatório, Wanda tinha receio de qualquer toque e desconfiava de qualquer demonstração de carinho.
Ela fitou Tsuki com o cenho franzido, como um animal avaliando se o perímetro é seguro. Ela suspirou, voltando ao seu estado e posição normais, fazendo um certo esforço para isso. E sentiu ele afagar as pontas de seus cabelos. Ela manteve-se parada, olhando a mão dele,seu braço estendido, o sentimento que ele poderia estar preocupado, ou até com medo, mas desafiava toda a brutalidade dela para tentar se aproximar.
O motivo?
Wanda o ouviu dizer a seguir que ela simplesmente não merecia nada de ruim. E que ela era uma boa pessoa.
Ela não soube exatamente o que pensar daquilo. Nunca tinha ouvido isso. Nem de sua mãe, nem de seu irmão gêmeo, que fora a pessoa com quem passara mais tempo e um dia confiara mais que tudo. Mas até ele fugia dela. E tinha medo no olhar quando a chamava.
Mas Tsuki era no mínimo diferente... ou maluco.
Ela não saberia dizer.
Sequer saberia explicar porquê sentia-se diferente com ele. Como uma criança, talvez, que ela nunca teve a chance de ser. Um pouco livre.
Pegou-se passando muito tempo em silêncio, observando o toque dele em suas mechas, e logo pigarreou. Fitou as próprias botas de couro como se estas fossem muito interessantes... o fato era que estava tentando evitar olhá-lo naquele momento. Talvez porque seus olhos estavam ardendo por dentro.

- E você é um... bom cientista... - ela encolheu os ombros, brevemente.- Sinto que não quero machucar você...




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Sex Out 31, 2014 2:03 pm

+Mesmo que suas mordidas não lhe causassem dor, Agnes ficava preocupada de machucá-lo. Ela não compreendia ainda o pouco de masoquismo que surgia, principalmente nos homens, quando se envolviam em tal ato. De maneira alguma queria feri-lo, então fechou as mãos, transformando-as em punhos para que suas unhas não rasgassem sua pele, e apenas encostou mais uma vez a testa no ombro dele, deixando os gemidos que não conseguia conter preencherem o quarto.+
+A peça de lingerie que usava começava a incomodá-la, afinal estava realmente ensopada... ela não sabia que era capaz de ficar assim, naquele estado meio dormindo, meio acordada... parecia mais em suspensão, como se aquilo tudo pudesse terminar se ela acordasse de fato. Nesse caso, não queria acordar. De maneira que calmamente, quase sem despertar a atenção, ela soltou seus braços dele para tentar retirá-la, enquanto ainda recebia suas mordidas nos seios. Mesmo com apenas aquilo, ela já se sentia em êxtase. Ela queria dizer que estava tudo bem, que Pietro não precisava se preocupar. Ela não tinha medo dele, ou do que ele podia fazer com ela a partir de agora. Era só dele, e tudo o que fazia era para ele, embora tudo que ele fazia para atiçá-la fosse realmente gostoso.+
+Ela se livrou com certa dificuldade de sua peça inferior, e então pôs-se novamente a percorrer todo o caminho que antes fizera, divertindo-se com as reações dele. Estava gostando de brincar, de descobri-lo um pouco mais a cada segundo. Voltou a parar sobre o sinto, acariciando gentilmente aquele local, como se o provoca-se. E então parou, fitando aqueles olhos, e aquele rosto que amava tanto. E nesse instante ela realmente descobriu que nunca ia se arrepender daquilo que estavam fazendo. +
+Jamais... ela deixou o nariz encostado no dele, e desceu a mão, com suavidade, até o volume da calça. Estava duro, e por tal motivo, imaginou que o jeans que ele usava deveria estar começando a machucá-lo. Seus dedos percorreram toda aquela extensão, com cuidado, graciosamente. Era mais uma caricia do que um simples toque. E subiu brevemente a mão livre para tocar aquele rosto, abaixo do seu, e então emaranhou os dedos naqueles cabelos prateados. Queria beijá-lo novamente, mas da posição em que estava era impossível, de maneira que apenas encostou os lábios em sua testa, e ficou assim... com uma mão sobre seus cabelos e a outra tocando-o pela primeira vez.+


________________________________________________________________


+Ele continuou o afago por uma eternidade, talvez. Agora que via que Wanda não pretendia fazê-lo aprender a voar, estava mais calmo em tocar seus fios castanhos. Talvez ele apenas sentisse necessidade de protegê-lo, o que não foi capaz de fazer por Agnes. Ele não poderia dizer que, por mais idiota que a ideia fosse, havia se afeiçoado aquela garota com personalidade destrutiva. De maneira que não se incomodou com o silêncio. Mesmo que ele fosse quebrado por uma pequena confissão da parte da mesma o que o sobressaltou.+
-Ahn... acho que o esteriótipo de "cientista" não combina muito comigo, afinal.
+Desviou os olhos para a parede, continuando o afago.+
-Me sinto feliz em saber disso, porque eu não teria a minima chance contra você.
+E riu, apenas para descontrair+


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Sex Out 31, 2014 9:53 pm

Pietro percebeu, quando ela encolheu os dedos e os dentes, que estava preocupada em machucá-lo. Sua boca, ainda devorando o busto dela, enquanto suas mãos, naquele momento, passaram a contornar o corpo minúsculo e macio, sentindo cada arrepio que ela sentia, cada gemido que ela soltava vibrar em seu esqueleto de forma ardente. Tanto que ele sentiu ela mover os braços e abriu os olhos, mordiscando um dos seios dela enquanto observava a última roupa íntima que Agnes usava ser jogada por cima do colchão.
O instinto que ele teve foi de subir. O instinto misto com uma necessidade imensa.
O corpo dele deslizou mais para cima dela, encaixando-se mais firmemente entre suas pernas, sem fazer qualquer peso que não fossem seus lábios deixando rastros de saliva agora dos seios dela para seu pescoço e até sua orelha, onde ele mordeu, algo parecido com o que ela havia feito em seu ombro.
A mordida no lóbulo do ouvido dela conteve um gemido da parte dele quando este sentiu sua rigidez rostir contra a intimidade ungida dela.
Os narizes já encostados daquela vez, ele acariciava os cabelos dela com uma das mãos, sentindo os movimentos por seu jeans e cinto, que o faziam soltar suspiros de desejo diante às provocações dela.
O fato foi que ele apertou a colcha da cama quando sentiu a primeira carícia dela em si. E, com as outras que vieram a seguir, arrancaram gemidos dele. Gemidos baixinhos, acompanhados por arfadas sem ritmo.
A mão livre dele escorregou pelo corpo dela e das coxas dela subiu para seu próprio cinto.
Puxou a fivela, o que imediatamente afrouxou o jeans e ele pode finalmente se sentir mas confortável, embora não inteiramente.
As pontas do cinto penderam, já sem função, desfeitas. Sentia as mãos dela em si ainda, agora de maneira mais livre e, a cada movimento que Agnes fazia, o jeans escorregava pela cintura dele. Ele sentiu o beijo em sua testa, e tudo o que pode pensar era que aquilo tudo, sem dúvida nenhuma, não era só uma relação carnal. Nada de instinto de reprodução ou perversão. Era apenas amor. Ele pensou nisso, e se achou clichê.
Mas, às vezes, os clichês tinham razão.
Nada como amor e não tinham outros segredos ali além deste. Era apenas carinho, de um amante ao outro, e nenhum dos dois tinha porquê se sentir sujos ou manipulados em tal ato. Fossem todas as corridas do mundo, Pietro não se sentiria tão livre quanto naquele momento.
Ele ergueu o rosto, fitando os olhos dela. Um sorriso involuntário estampava seu rosto suado e levemente vermelho. Mas ele beijou ela.
Rápido, com os lábios molhados pela mesma saliva que ainda umedecia o busto dela.

--------------------------------------------

Ela não se incomodou com a continuidade longínqua do afago dele. Na verdade, talvez estivesse gostando. Ela não sabia o que ele queria com aquilo, ou se simplesmente não cansava o braço.
De qualquer modo, não pensou muito sobre isso.
Apenas aceitou de bom grado o carinho dele... como há muito tempo não fizera com ninguém.
Mas não o fitou, contudo. Manteve-se olhando a frente como se não a enxergasse realmente.

- Concordo com ambas as coisas.- ela juntou as mãos com munhequeiras pretas.- Sabe... o que você tem a ver com a aquela tal de... Agnes, é esse o nome? Ou você é assim com todo Coppelion? Assim... carinhoso.




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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Agnes Firestorm em Sab Nov 01, 2014 2:29 am

+Agnes ainda delirava com cada toque, era como se cada vez que ele colocava suas mãos ou sua boca nela, despertassem o que ela tinha de melhor. Podia acreditar que sentia borboletas no estômago naquele momento, mas também não conhecia aquela analogia.+
+Por um curto período de tempo em que ela tirou a lingerie e ele subiu conseguiu sentir aquele encaixe, perfeito, sedutor. Só o fato daquela parte dele estar pulsante, tão perto de sua intimidade, fez com que calafrios percorressem-na completamente, e acabou abafando um gemido mais alto que os outros. Embora ele não conseguisse sentir a umidade através dos jeans, ela podia senti-lo, e bem. A boca dele passeava por seu corpo com facilidade, fazendo-a ter pequenos e incontroláveis espasmos.+
+Ela viu-o se derreter, se render completamente aos toques dela, e descobriu que gostava de vê-lo assim. De dar-lhe prazer, de tocá-lo como ele a tocava, fazê-lo gemer de desejo. Queria satisfazê-lo tanto quanto ele fazia por ela. Depois daqueles primeiros toques, ele abriu o cinto, e Agnes agora estava mais livre para explorá-lo. Suas mãos delicadamente puxaram a calça mais para baixo, de maneira que agora ela tocava seu membro por cima da cueca, o que sem duvida deveria estar sendo mais agradável, afinal o Jeans era bem grosso.+
+Voltou a acariciá-lo ali, agora podendo envolvê-lo ainda mais com seus finos dedos. Podia sentir nitidamente o local ficando cada vez mais rigido. Sua outra mão ainda afagava gentilmente seus cabelos, e os olhos de ambos ainda se encontravam. Aquilo, de fato, era amor. Nada mais que isso. Um puro e quase inocente amor, extrapolando até as leis da matéria. Ainda podia sentir o busto molhado, e se perguntou se ela estaria assim em baixo também... tudo indicava que sim. E então, os lábios de ambos se encontraram uma vez mais, e ela sentiu suas linguas brincarem.+


________________________________________________________________

+O cafoné foi ficando cada vez mais lento. Se fosse Agnes ali, ele a empurraria no chão e faria-lhe um ataque de cosquinhas, até que risse. Mas Agnes nunca rira de seus ataques de cosquinha. E Wanda não era Agnes. Ele apenas fitou o próprio colo, antes de respondê-la.+
-Eu sou como um segundo pai falho da vida dela... eu tentei fazer com que ela esquecesse do passado. Mas fracassei.
+O afago parou, e agora só restava a mão sobre a cabeça de Wanda.+
-Eu trato normalmente qualquer coppelion. Mas afagos são apenas para os especiais.


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Re: Quarto da Agnes

Mensagem por Pietro Maximoff em Sab Nov 01, 2014 3:52 am

Quando ela o tocou apenas por cima do fino tecido da cueca box cinza que ele usava, a boca dele involuntariamente tomou a forma de um perfeito O. Um suspiro pesado escapou por seus lábios, enquanto sentia as massagens que Agnes exercia calmamente na rigidez que empurrava a cueca, prova do quão sedento ele estava por aqueles toques.
Brincou na boca dela, dessa vez uma dança mais forte de línguas, guiada exatamente por ele. As mãos dele apertaram os seios dela com mais força que as vezes de antes, mas na consciência de não machucá-la. Um gemido escapou dele enquanto este comprimia os olhos graças à sensação intensa que os movimentos dela em seu baixo-ventre lhe proporcionavam. E aqueles dedos conseguiam ser tão delicados que ele não poderia imaginar um toque melhor que aquele.
Outro gemido subiu-lhe a garganta, e ele precisou interromper o beijo dessa vez.
Olhou diretamente para Agnes, os lábios entreabertos e molhados, por onde suspiros agora se atropelavam. Pietro alternava entre gemidos e longas, porém baixas, sucções de ar. Visava Agnes com o cenho franzido em deleite, olhos estáticos pelo êxtase, diretamente nos dela, comunicando-se em sinais de prazer e ela pode ter realmente a ideia de que estava se saindo bem até demais se o que queria era tocá-lo como ele a tocava.
As mãos dele deixaram tiras vermelhas quando deslizaram dos seios dela até sua cintura e seguraram firmemente o elástico da saia dela. E o abaixou, a saia escorregando pelas pernas dela, até os joelhos, onde bateram na cintura dele. Ele tirou-a por uma das pernas dela, em seguida a outra, e logo a saia dela estava fora da cama.
Pietro apoiou-se no colchão, o corpo ainda deitado sobre o de Agnes, em meio às pernas dela, cada braço em um lado de seu corpo pequeno. Seus dedos estavam encolhidos, culpa dos espasmos sutis que agora era vez dele de experimentar. A calça deslizou até seus joelhos, e ele deu um empurrãozinho com uma das mãos para que pudesse se ver livre dela de forma rápida. Restou apenas ele, de fato semi-nu, e ela, completamente exposta.
Apenas para ele.
As mãos de Pietro escorregaram dessa vez pelas pernas dela, enquanto ele começava um beijo cheio de mordidas e respirações quentes.
Foi quando ele se juntou ainda mais à quentura da pele dela que sentiu-se encostar nela novamente, de íntimo para íntimo.
O tecido cinza molhou do fluido que ela exalava e, quando Pietro sentiu aquilo, misturado aos movimentos de Agnes ainda em si, ele soltou um gemido forte, mordendo o lábio dela, puxando o inferior de forma lenta e indolor, as mãos brincando com o busto dela, deixando marcas em seus ombros em apertos recheados de desejo, de querer sentir o corpo dela até por debaixo da carne.
O fato foi que até mesmo sua cueca pareceu apertada demais a partir dali...

-----------------------------------------------------------

- Pai...?- ela indagou. Pareceu pensativa com aquilo. Muito pensativa.
Sentia os afagos dele, e foi como se, mesmo com aquela palavra, tal carinho a afastasse de lembranças ruins que quiseram vir.
Ela suspirou, sentindo ele parar...
E o fitou com seus olhos verdes.
Ela pareceu mais próxima de Tsuki, por algum motivo.
- O que quer dizer com "especial"?




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Re: Quarto da Agnes

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